domingo, 20 de novembro de 2011

“A MESA”, DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE, COM AS CORES DE YARA TUPYNAMBÁ E A ELOQUENCIA DE OZÓRIO COUTO



Um dos dezenove paineis que fazem parte do painel "A Mesa", de Yara Tupynambá


Ozório Couto e Yara Tupynambá lançaram no dia 7 de novembro, uma obra belíssima em homenagem a Carlos Drummond de Andrade. A solenidade seguida de um coquetel no momento de autógrafos aconteceu no Espaço Político Cultural “Gustavo Capanema”, da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais.
Trata-se de um trabalho grandioso em torno do painel  elaborado por Yara Tupinambá que deu imagem e cor ao brilhante poema “a Mesa” de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1951. O painel “ foi pintado na década de 1980 com o aval do poeta, contendo cenas que envolvem a vida de Drummond, baseadas no poema que retrata a família dele. Contém dezenove módulos com 1m50cm x 1m cada, em carvão sobre papel preparado, pertencem à Fundação Carlos Drummond de Andrade, da Prefeitura de Itabira, onde está permanentemente exposto. O poema de estrofe única e com trezentos e quarenta versos  retrata sua família em uma mesa imaginária, sua infância em Itabira e os sonhos deste que viria a ser um dos grandes nomes da literatura brasileira.
O evento contou com vários nomes da sociedade mineira como o Deputado Dinis Pinheiro, Presidente da ALMG, Deputado Dr. Viana, Deputada Luzia Ferreira, Léo Bahia, superintendente de Museus do Estado de Minas Gerais, Prof. Jorge Lasmar, presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, Dr. Roque Camêllo e Srª. Merania Camêllo, José Bonifácio Andrada Ibrain, Diretor do Hospital Luxemburgo, Fátima Santiago, Morgan da Motta, Maria Helena Carvalho Guimarães, Heloisa Carvalho Guimarães, Bete Carvalho Guimarães, Arlindo Porto, Dona Cândida Correa Cortes Carvalho da sociedade de Luz, terra de Dr. Ozório Couto, dentre outros.
O poema foi composto para celebrar os noventa  anos do nascimento do pai, Carlos de Paula Andrade, que falecera em 1931, aos setenta anos.
A convite dos autores da obra compareci ao evento em meu nome, e representando o município de Pompéu, que muito deve a Yara Tupynambá madrinha do Centro Cultural “Dona Joaquina do Pompéu” e a Ozório Couto, meu grande amigo que não mede esforços para trabalhar em prol da cultura do Centro Oeste Mineiro. Na ocasião os autores doaram ao Centro Cultural "Dona Joaquina do Pompéu", um exemplar para compor seu acervo.
O livro encontra-se a venda na Livraria Leitura do Pátio Savassi.

                                                               Imagens do Evento

Léo Bahia e Hugo de Castro

Dr. Roque Camêllo, srª Lasmar, Prof. Jorge Lasmar e Hugo de Castro

Helô Guimarães, Bete Guimarães, Maria Helena Guimarães, Fátima Santiago, Hugo de Castro e Yara Tupynambá(sentada)



terça-feira, 27 de setembro de 2011

A BELA E MILENAR FILOSOFIA DO YOGA



Cristina Porto

Yoga é uma filosofia milenar, que traz bem estar para o corpo, mente e espírito e, por isso, ganha cada vez mais adeptos. Os belos movimentos corporais que imitam poses de animais ou a forma de elementos da natureza, são capazes de mudar, para melhor, a vida do homem moderno. Além de aliviar os efeitos do estresse e fortalecer o tônus muscular, entre outros benefícios, essa doutrina propõe também, o equilíbrio mental e espiritual.
         Nos alongamentos ou posturas, que em sânscrito se chamam asanas, o praticante senta-se ou se mantém em uma posição especifica e procura manter-se em silêncio. “Os asanas trazem serenidade, estabilidade, tranqüilidade e felicidade”. As posturas do Yoga podem nos ajudar em vários níveis. Elas nos fortalecerão fisicamente, atuando em vários sistemas do corpo, como o digestivo e imunológico, e dando à mente condições para manter-se calma, alerta e capaz para a concentração.
         Hoje, existem médicos que recomendam o Yoga como auxiliar em vários tratamentos.
Fisicamente, a prática regular do Yoga ajuda a aumentar a força, a flexibilidade e o equilíbrio e a tratar de problemas específicos, como TPM (tensão pré-menstrual), dor nas costas ou má digestão. O Yoga pode também trazer um elemento espiritual e emocional à sua vida. Ele exige que você se concentre exclusivamente no momento presente, o que ajuda a clarear a mente e traz uma sensação de paz.
Entre as suas principais contribuições para a saúde, está exatamente o combate ao estresse, considerados por muitos, um dos grandes vilões da vida moderna.
O Yoga também traz benefícios importantes para o tratamento de diabetes, hipertensão, depressão, asma e diversas outras doenças, lembrando que deve ser aplicado como terapia complementar às práticas médicas convencionais. Para quem deseja justamente prevenir esses males, o Yoga é mais do que indicado.


As diversas posturas são capazes de atuar em partes específicas do corpo. Existem exercícios capazes de ‘massagear’ órgãos internos, como rim, fígado, pâncreas e intestino, ativando-os de forma quase imediata. Ou então aqueles que vão favorecer a irrigação do sangue na cabeça. Enfim, é uma prática simples, mas com atuação abrangente.


Cristina Porto
Professora de Yoga

A inauguração do Centro Cultural “Dona Joaquina do Pompéu” - Pompéu/MG - 20 de agosto de 2011

Pode ser considerado o maior evento sócio-cultural ocorrido no centro oeste mineiro nos últimos anos, devido à numerosa participação popular e da emoção contida em gestos e declarações que permearam o evento.
A presença de Sua Alteza Imperial, o Príncipe Dom Bertrand de Orléans e Bragança muito honrou a cidade de Pompéu devido o legado histórico herdado por este homem que é bisneto da Redentora Princesa Isabel(filha do nosso último grande Imperador Dom Pedro II), e dos últimos monarcas fraceses.
Dom Bertrand em seu discurso salientou a grande matriarca que foi Dona Joaquina fazendo um paralelo entre sua bisavó Dona Isabel e sua tetravó a Imperatriz Dona Leopoldina de Habsburgo(esposa de Dom Pedro I). Sua Alteza afirmou que Dona Joaquina é um dos grandes nomes e um dos principais vultos femininos da História do Brasil Colonial.
Ouvir de um nobre de coração e de alma que é Dom Bertrand, o reconhecimento da grandiosidade de Dona Joaquina aumenta em cada um de seus descendentes o orgulho e a força de mostrar que esta mulher tão injustiçada pelo tempo foi uma das construtoras do Brasil.
Dona Joaquina foi a frente de seu tempo, e seus atos devem ser admirados como virtudes heroicas de alguém que lutou por seu país!
O que se fala da grande matriarca são inverdades caluniosas daqueles que não tem autenticidade para lutar por suas ideias e convicções, e portanto não entendem o verdadeiro sentido desta autenticidade e perseverança dos atos que focam unicamente os princípios basilares da família e da moral.
Como pompeanos, é nosso dever resgatar e trabalhar a memória de nossos ancestrais que muito contribuíram para nossa formação cultural e identidade, enquanto membros de uma sociedade.

                                              FOTOS DO EVENTO


Chegada de Sua Alteza Imperial e Real o Príncipe Dom Bertrand de Orléans e Bragança

O prefeito Municipal de Pompéu, Joaquim Campos Reis e S.A.I e Real, Dom |Bertrand de Orleans e Bragança cortam a fita de inauguração do Centro Cultural "Dona Joaquina do Pompéu"

Hugo de Castro, Coordenador do Centro Cultural Dona Joaquina do Pompéu e Dom Bertrand

Dom Bertrand de Orléans e Bragança e Hugo de Castro

Dr. André Sopas de Melo Bandeira, Cônsul de Portugal em Minas Gerais, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Joaquim Campos Reis, Hugo de Castro e Dom Waldemar Chaves de Araújo, Bispo Emérito de São João del Rei/MG, na Chapelaria da sede administrativa do Centro Cultural, que leva o nome de Dom Pedro I

Dr. Ozório Couto, Dom Bertrand e Hugo de Castro

Dr. Gilmar Castelo Branco Oliveira, Hugo de Castro, Dom Bertrand, Yara Tupinambá, Deputada Luzia Ferreira e esposo

Dr. Roque Oliveira Camêllo doa obra de Olga Tukkof ao Centro Cultural

Momento da Benção

Banda da Polícia Militar de Bom Despacho/MG

Dra. Heloisa Marcondes Ferreira, neta do Min. Francisco Campos, recebe o título de Cidadã Honorária de Pompéu das mãos do presidente da Câmara José Romualdo

O Príncipe Imperial em seu pronunciamento

Pronunciamento de Hugo de Castro


sábado, 24 de setembro de 2011

RETORNO!

"Hugo de Castro"

Diletos amigos, caros leitores,

A partir desta semana reiniciarei as ponstagens neste simplório espaço.

Depois da grande celebração que foi a cerimônia de inauguração do Centro Cultural "Dona Joaquina do Pompéu" no dia de 20 de agosto, terei agora tempo para passar aos nobres amigos e interessados na cultura de Pompéu e sua gente um pouco de nossa História e nossos valores.

Conto a colaboração e divulgação!

Abraço fraterno!

Hugo de Castro

quarta-feira, 25 de maio de 2011

ENCONTRO DO CÍRCULO MONÁRQUICO NO DIA 13 DE MAIO DE 2011 – BELO HORIZONTE/NOVA LIMA – MG

Na último dia 13 de maio, data em que comemoramos a Abolição da Escravatura, o Circulo Monárquico de Belo Horizonte e o Círculo Monárquico Jovem de Minas Gerais se reuniram com júbilo para festejar este grande dia em honra a nossa Redentora, princesa Dona Isabel do Brasil, que, mesmo sabendo que aquele ato poderia significar a perda do trono como aconteceu no outro ano, não traiu seus ideias cristãos e deu ao Brasil a glória de extirpar de nosso solo a mancha da escravidão daquele dia em diante.

Pela manhã, na livraria Polastri, os monarquistas se reuniram para um descontraído chá onde trataram de vários assuntos ligados aos dias atuais e como os valores monárquicos poderiam ajudar neste cenário cada vez mais deturpado que nossa sociedade secularizada tem vivido e alimentado com uma fé voltada para o modismo e não para os verdadeiros valores cristãos.

Dr. Roque Camêllo durante conferência

Ao meio dia, iniciou a Conferência proferida com maestria por Dr. Roque Camêllo, do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, acompanhado de sua esposa a jornalista Merania de Oliveira. O tema da conferência foi “Princesa Isabel”. Homem de grande sabedoria e zelo para com a memória, Dr. Roque salientou as virtudes da família Imperial Brasileira e sua formação humanística tão profunda. Lembrou que, no Brasil, a Abolição foi algo que veio do coração do povo e citou uma frase interessante do embaixador americano que, ao ver a multidão aclamando a princesa e festejando o ato da Assinatura da Lei Áurea com flores de camélia falou: “enquanto em meu país aboliram a escravidão com guerra, aqui aboliram com flores de camélia...”(as flores de camélia se tornaram símbolo da luta pela abolição da escravatura, no Brasil).  

Após a conferência, foi servido o almoço de confraternização aos presentes, entre eles, Dr. Mário Guerra, Presidente do Círculo Monárquico de Belo Horizonte, Dr. Walter Taveira, do IHGARV acompanhado de sua esposa Dona Berta Birchal Wanderley Taveira e sua cunhada Dona Conceição Birchal Wanderley, Prof. Raimundo Nonato Fernandes do IHGMG, Profª. Regina Almeida também do IHGMG, Dr. Pedro Henrique Viana Neueuschwander Espeschit, Dr. Paulo Henrique Chaves, Dr. Hélio Viana, Dr. Gilberto Peixoto, Dona Marina Maria Lafayette Andrada Ibraim, Dona Lílian Chaves  e representando o Círculo Monárquico Jovem de Minas Gerais, Hugo de Castro, Diretor de Cultura do Círculo, Fabiana Gatti, Marcelino Guerra e sua esposa Cristiana Gatti Guerra.


Paulo Henrique Chaves, Lílian Chaves, Hugo de Castro e Dona Marina Maria Lafayette Andrada

A missa em intenção a Dona Isabel, foi também a primeira celebração em sufrágio à princesa Dona Maria Elizabete da Baviera, falecida naquela tarde na cidade do Rio de Janeiro. Mãe dos Príncipes Dom Luiz, Dom Bertrand, Dom Antônio, Dom Eudes de Orleans e Bragança e demais irmãos. A celebração aconteceu na capela Imperial Nossa Senhora Aparecida em Nova Lima, a convite do Missionário Raimundo Lopes, e foi celebrada por Pe. Domingos, quando, em sua homilia, salientou a importância daquela data em que a Redentora aboliu de vez a escravidão no Brasil. Após a celebração da Santa Missa aconteceu uma simples, mas calorosa recepção durante a qual  Raimundo Lopes executou algumas obras ao piano, dando ainda mais suavidade e paz ao encontro.



Imagens da celebração da Santa Missa – Dr. Mário Guerra, Srª. Marli Guerra e Dr. Walter Taveira.

Imagens da recepção na residência do Sr. Raimundo Lopes, após a missa. Dr. Mário Guerra, Dr. Roque Camêllo,  Pauline Armond, Senhora Merania de  Oliveira Camêllo e Guilherme Oliveira Andrade.


Dr. Walter Taveira e Hugo de Castro



Merania de Oliveira Camêllo e Profª. Regina Almeida.

Dona Conceição Birchal Wanderley, Berta Birchal Wanderley Taveira e Dr. Walter Taveira  
Raimundo Lopes, Dr. Mário Guerra e Hugo de Castro



quarta-feira, 18 de maio de 2011

NOTA DE FALECIMENTO DE SUA ALTEZA IMPERIAL E REAL, DONA MARIA DA BAVIERA



Dona Maria da Baviera, Imperatriz Mãe do Brasil


O Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, profundamente consternado, comunica, em seu próprio nome, assim como em nome de seus irmãos, respectivos cônjuges, filhos e netos, bem como em nome de todos os demais familiares, o falecimento de sua muito querida mãe, sogra, avó e bisavó,

Sua Alteza Imperial e Real, Dona

Maria Elizabeth da Baviera de Orleans e Bragança,

Princesa da Baviera,
Dama de Honra da Real Ordem Bávara Elisabetana
e da Real Ordem Bávara Teresiana,

que, hoje, 13 de maio de 2011, no Rio de Janeiro, depois de uma vida longa e plenamente realizada, aos 96 anos de idade, confortada com os sacramentos da Santa Igreja e a bênção de Sua Santidade, Deus Nosso Senhor teve por bem chamar a Si.

A falecida era filha do Príncipe Francisco da Baviera e da Princesa Elizabeth de Croÿ, tendo nascido a 9 de setembro de 1914. Casou-se em 19 de agosto de 1937 com o Príncipe Pedro Henrique de Orleans e Bragança, falecido em 1981, primogênito do Príncipe Luiz de Orleans e Bragança e neto da Princesa Isabel, a Redentora, a quem sucedeu na Chefia da Casa Imperial do Brasil.

As exéquias serão realizadas na cidade de Vassouras – RJ, no dia 14 de maio. Velório, a partir das 10 horas, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição; Missa de corpo presente, na mesma Matriz, às 12 horas; e sepultamento no jazigo da Família, no Cemitério da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição, às 14 horas.

As Missas de 7º Dia serão celebradas, no Rio de Janeiro na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé - Rua 1º de Março, Centro, às 12 horas da quinta-feira, dia 19 de maio; e em São Paulo na Igreja Nossa Senhora do Brasil, no Jardim América, às 12:45 horas da sexta-feira, dia 20 de maio.

Dona Maria da Baviera: a Imperatriz de Direito do Brasil

Em momentos sérios, de crises de moral, onde a ética e a honestidade deram lugar a vulgaridade e a mesquinhez, não podemos nos esquecer de que temos estandartes vivos que prezam valores extremamente opostos àqueles que colocam em detrimento o real sentido da vida. Sua Alteza Imperial e Real, a Senhora Dona Maria Elisabeth Franziska Josepha Theresia von Wittelsbach und Croÿ-Solre, foi uma delas. Conhecida no meio social como Dona Maria da Baviera, para os monarquistas, a Imperatriz Mãe do Brasil, é uma prova viva de que os conceitos familiares, a Instituição Familiar, não caíram em desuso, e que a família realmente é a base de qualquer ser humano.







Membro de uma das Casas Reais mais respeitadas da Europa, Casa de Wittelsbach, Sua Alteza Imperial e Real, nascida em Munique a 9 de setembro de 1914, foi dignamente educada e cuidadosamente instruída a valorizar suas raízes, sendo especialista na pintura de pratos. Desde o casamento com S.A.I.R., o Senhor Dom Pedro Henrique, em 19 de agosto de 1937, dispo-se a dedicar sua vida a árdua tarefa de ser esposa de um possível reinante, Chefe de uma respeitada Casa Imperial, e ser um exemplo de mulher a ser seguida em seu país, por seu povo. Mãe de doze filhos, aos quais ensinou primorosamente, transpassou a todos sua fé, o espírito de caridade, além do amor desmedido pela Pátria Brasileira.





Sua Alteza Imperial e Real, residia da Cidade Maravilhosa, passava despercebida pela população cega, pelos incautos republicanos. Mas, Dona Maria da Baviera de fato reinou. Reinou com a marca de boa esposa, boa mãe, boa avó. Boa Imperatriz.



Os Brasileiros agradecem a Imperatriz Dona Maria do Brasil pela dedicação ao seu povo, súditos fiéis.